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Curso de qualificação para Acompanhamento Terapêutico inicia sua 7ª edição

Equipe organizadora do curso conversa com os participantes
O curso já formou aproximadamente 150 pessoas em suas seis primeiras edições - Foto: Gabriel Severo

A 7ª edição do curso de Acompanhante Terapêutico (AT), uma ação conjunta da Escola de Saúde Pública (ESP/RS), do Departamento de Ações em Saúde, da Divisão de Atenção aos Usuários Moradores e Departamento de Coordenação dos Hospitais Estaduais (DAUM/DCHE), iniciou nesta quinta-feira, 6. O curso tem por objetivo qualificar os processos de trabalho dos profissionais de saúde em uma modalidade de intervenção que exercita diferentes formas de lidar com situações-limites que incapacitam os indivíduos para a integração ao meio social. 

Dirigido a servidores públicos de nível médio e superior que atuam na Rede de Atenção Psicossocial/RAPS e trabalhadores da Fundação de Atendimento Socioeducativo/FASE com interesse na prática do acompanhamento terapêutico, o curso já formou aproximadamente 150 pessoas em suas seis primeiras edições. O currículo está organizado em seis módulos, totalizando 180 horas/aula. A 7ª edição conta com 45 participantes.

O acompanhamento terapêutico é uma prática de cuidado destinada a pessoas com algum tipo de transtorno mental ou sofrimento psíquico que apresentem dificuldades na condução da vida cotidiana. Como prática de saúde, visa à produção de sentidos de vida para os usuários, potencializando suas escolhas e suas possibilidades de circulação pela cidade. 

“Resignificar laços sociais e afetivos, realocar subjetivamente, e produzir múltiplos sentidos de vida são desdobramentos possíveis e desejáveis de uma clínica que acredita na potência de vida do sujeito acompanhado e que se posiciona politicamente em relação ás diversas formas de exclusão e produção de estigmas”, avalia Stela Maris Tinoco, trabalhadorada DAUM.

Segundo ela, o cenário para o AT é flexível e múltiplo, podendo ser a casa, o quarto, a rua, uma praça ou o espaço de uma instituição. A prática do AT, como dispositivo da reforma psiquiátrica, acolhe a diversidade, podendo ser realizada por diferentes profissionais de nível médio ou superior.

Este curso, além de apresentar o AT como tecnologia de atenção na rede pública de saúde mental e como estratégia de formação clínico-política, é também uma ferramenta útil aos processos de desinstitucionalização, implantação e análise da Reforma Psiquiátrica. 

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ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA