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Vigilância em Saúde alerta para a importância da continuidade do tratamento da tuberculose

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Municípios da Região Metropolitana concentram os maiores índices de casos da doença no Estado - Foto: Divulgação SES/RS

Nessa terça-feira, 24 de março, Dia Mundial da Tuberculose,  a Secretaria Estadual da Saúde através do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) vai alertar a população para a importância da continuidade do tratamento da tuberculose.

Municípios da Região Metropolitana concentram os maiores índices de casos da doença no Estado. A capital, Porto Alegre, apresentou, em 2013, 105 casos para 100 mil habitantes, índice considerado alto, principalmente se comparado aos números colhidos no Brasil em geral (36,7 por 100 mil habitantes) e no Rio Grande do Sul (45,4 por 100 mil habitantes). 

Outros municípios da Região Metropolitana que apresentam números preocupantes são Alvorada, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Viamão, Cachoeirinha, Canoas, Guaíba, Gravataí e Sapucaia do Sul. Também estão na lista dos municípios prioritários para tuberculose: Rio Grande, Uruguaiana, Pelotas, Santa Cruz do Sul e Santa Maria. 

“Há alguns critérios para que um município seja considerado prioritário para tuberculose, dentre os quais o coeficiente de incidência do município em relação ao nacional”, diz o médico Maurício Vieira Rodrigues, do Programa Estadual de Controle de Tuberculose, da Divisão de Vigilância Epidemiológica (DVE). Conforme ele, a falta de adesão ao tratamento e o alto índice de abandono estão entre os principais problemas enfrentados hoje. 

“É necessário, pelo menos, seis meses de tratamento, mas há casos em que o paciente necessita de mais tempo para que seja declarada a cura”, diz, acrescentando que isto se deve especialmente à interrupção do tratamento sem consentimento da equipe de saúde e à vulnerabilidade social. O risco de tuberculose é maior em populações de rua, prisional e indígena.
 

A doença

A tuberculose é uma doença infeciosa causada por um micróbio chamado bacilo de Koch. A transmissão é feita pelo ar, quando o doente tosse, fala ou espirra. A tuberculose pulmonar – a única que transmite a doença – pode causar tosse, com ou sem escarro, febre baixa, geralmente em final de tarde, suor noturno, falta de apetite, perda de peso, cansaço ou fraqueza, dor no peito.

Nem todas as pessoas adoecem de tuberculose. Depende da resistência de cada organismo. “A principal forma de combate é nunca parar o tratamento por conta própria, pois ele é eficaz se seguido conforme as orientações”, salienta Maurício.

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